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Monografia: Skank, a banda 2.0

Uma palavra para descrever meu tema de monografia de conclusão da pós-graduação em Processos Criativos em Palavra e Imagem (IEC PUC Minas): desafio!

Foi meio assim… de repente, numa conversa com minha prima-irmã-eros Caru e com meu namorado-pinguin Igor, comentei sobre o projeto desenvolvido pela banda Skank no ambiente da web. Será que dá rock?

O tema é atual, o que cativa e impõe desafios e alguns riscos.  Como escrever sobre algo que está em constante mudança? Fácil. É só lembrar que sou uma dos usuários multi-tasking da geração Y que está mais do que familiarizado com a avalanche de informações e tarefas que fazem nos ocupar longas horas de nosso dia em frente ao nosso querido e inseparável pc.

Mas me coloco aqui como uma humilde e atrevida pesquisadora, que sabia em qual buraco estava entrando. Um tema repleto de teorias (des)construídas diariamente. Nomenclaturas diferentes para o mesmo objeto. Siglas. Números. Pontes. Conexões. Cifras. Letras. Melodias. Inéditas. Tudo era novo. Tudo saciava o novo. Em busca de querer sempre algo novo para presentear seus fãs, é que a banda Skank saiu na frente e elaborou esse projeto que permitiu maior interatividade com seu público.

Não irei me alongar na venda do meu peixe. Espero que apreciem o levantamento de informações, reunidas em 79 páginas, que deu corpo a minha monografia, e assim como meu olhar crítico, considerem tal pesquisa como um ponta-pé para o estudo acadêmico de uma área pouco explorada  (indústria fonográfica + web 2.0 + análise da recepção) e que possibilite o melhor desdobramento de discussões em outros artigos, estudos, monografias, projetos, análises.

Agradeço a todos que de alguma forma me ajudaram na elaboração dessa monografia. Valeu.

Ficou curioso? Entre em contato comigo. (twitter: @marinaamaral)

Dediquei-me às suas contradições, fissões, confusões.

(Três lados – Maquinarama 2010)

exposição livro-objeto

Convite da exposição dos livros-objetos produzidos no 1º módulo da pós-graduação: Processos Criativos em Palavra e Imagem – IEC PUC Minas.

expo livro objeto

mini-conto

Tarde na estante


A velha carcomida com hálito de mofo questionou à bibliotecária:

“Homem foi feito para silêncio?”

A velha se referia aquela culpa.

Culpa da indiferença de sua tristeza que permitia alegrar sua vida.

O silêncio foi quebrado pelo suspiro que a calou.

Marina Amaral

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