Aprendendo a agradecer

Certa madrugada, enquanto escrevia meu projeto cultural da pós-graduação,  me peguei a organizar arquivos do meu tempo de faculdade aqui no pc.

Eis que surge meu primeiro rascunho de agradecimentos para meu convite de formatura… é nem parece que já faz 1 ano. O tempo voa. O tempo não pára.

Aprendendo a agradecer.

Todo fim pode ser um começo.

O que chamamos de começo é sempre fim.

E fazer um fim é fazer um começo. O fim é de onde nos começamos.

Agora começo a repensar como minha vida mudou até eu chegar aqui.

Me sinto agradecida por pessoas tão especiais terem passado em minha vida e terem feito alguns momentos se tornarem mágicos e eternamente presentes em minha lembrança.

Família. Berço de onde tudo começou. Carinho especial retribuído sem cobranças ou exigências. Meu laço mais forte com o meu passado.

É impossível começar, sem dizer muito obrigado a duas pessoinhas essenciais na minha vida: mami e papi. Anjos que me abençoaram com seu amor, nunca esquecerei tudo que vocês fizeram por mim.

Nana, irmã mais velha que me atura, companheira de descobertas e brigas. Minha herança de memórias.

Clã Amaral, com titias queridas que alegram meus finais de semana Vovó Geralda, obrigada pela luz. Seu calor se faz presente quando mais preciso do afago de uma mão querida, te amo.

Vô Honorato e vó Eunice obrigada pelo exemplo da família Alves Ferreira, que só tenho orgulho.

Agora o que falar da melhor parte da família? Oh primaiada danada de companheira de aventuras! Obrigada pela alegria compartilhada a cada gargalhada juntos. Em especial tenho que agradecer pela presença sempre atenciosa nesses últimos 4 anos da Caru, meu Eros querido e da Lelinha, minha florzinha aprendiz.

Ah queridas amigas do Freiola! Com vocês, minhas piriguetes felizes, aprendi o significado da palavra amizade. Obrigada por estarem sempre ao meu lado. Sempre nas bagunças nos corredores do Freiola, no laboratório de Ciências, nas aulas de Educação Física matadas pra jogar dama ou aquela conversa fora. Obrigada pelas crises de riso incontroláveis que me fizeram entender que Física nem é tão importante assim, ainda mais quando se tem tesouros de amigas como vocês para compartilhar as melhores descobertas. Obrigada pelos micos, pelas reuniões de trabalhos, pelas descobertas de Biologia e também na vida. Passei por gerações de amigas, sem as quais seria difícil levar tudo isso pra frente. Gaby, Tholes, Fafa, Pri, Lud, Lu, Maria Carol, Olguinha, Má Ruiva, Má Xará.  Mais uma vez obrigada pela amizade sem limites, que não sabe o que é distância, o que é o tempo, o que é o esquecimento.  Também, quem mandou serem tão queridas? Agora que me agüentem. rs

Não poderia esquecer, claro, das melhores pedrinhas preciosas de amigas, Mary Lianda e Gil Fernandes. ps: I always remember you.

Era uma vez um caderninho… E entre os tijolinhos do prédio 13, nossa história estará sempre guardada. Não sei como seria fazer publicidade sem ter a estonteante presença da Ju Boboca (que depois de dançar muito em Las Vegas, se bandeou e começou a fazer Direito.). O que falar do meu chefe mais bacana de todos os tempos, Dilsão sempre pronto pra filosofar a cerca do real propósito de se estudar Comunicação. E os sábios conselhos trocados com meu querido Vô ao longo desses 4 anos? Agora, e aquele desperdício de Bidú dormindo nas aulas de Cibercultura e a gente respondendo chamada pra ele e mesmo assim o Edu o chamava pelo nome, nunca pelo apelido Cristiano. E a troca de xerox que rolava no último semestre, hein Glaucinha? Ah e o que era assistir aula do Boschi sem rachar de rir com a Elaisa passando protetor solar spray, mesmo em dias chuvosos. E as interferências do Junin no finalzim da aula, o relógio já apontando 12h06 e todo mundo louco pra ir embora da aula de TPOM? E o que falar das empolgadas aulas de capoeira com o Mestre Abacate, hein Deza? Mas inegavelmente, uma pessoinha foi mais do que amiga durante esses 4 anos, acabou entrando pra família. Prima, você se mostrou uma leal amiga, que sem dúvida sinto orgulho em dizer que mais do minha eterna dupla de criação, mais do que as calouras autistas, mais do que colecionadoras empolgadas, mais do que amiga de balada, mais do que amiga de trabalhos picaretas; você juntamente com a fluminense com sotaque mais mineiro que eu amo, que levo comigo pra todo lado, meu Chaveirinho, poderiam se tornar minha melhor lembrança da PP 05/08, Lamalyn. Quem poderia acreditar que nós, tão diferentes uma das outras, estaríamos hoje celebrando juntas nossa formatura. É gente agradecendo gente. Isso dá pra fazer, né Mentes?!

E o que falar dos amigos de amigos que roubei para serem meus amigos? TT você é mais do que amiga da minha prima, já é da família. Conte sempre comigo pra mergulhar numa piscina gelada numa madrugada de -25ºC. Lili, pena não ter feito o ensino médio contigo, porque teríamos carteirinha de sócias nas boates de Beagá.

Aprender na prática é sempre mais divertido. Por isso agradeço a todos os queridos colegas de estágio. Aos eternos chefinhos do Labvídeo, Tati, mami querida, pessoa iluminada e melhor cantora de MPB, Dilsão, melhor chefe e colega de sala, Tonin, cara de bravo mais coração bom, Marcelinho, dedicação para compartilhar o conhecimento, Fernando Fofo, melhor companheiro de edição e de festas-bregas-lamas. A família NEP, obrigada Vanessa por acreditar no meu potencial, aos clientes exigentes, e claro a toda equipe, que de colegas de trabalho passaram a ser queridos amigos. O mundo é emo, mas o mundo é dos NEP’s. Leo, meu menino emo; Fred e Belinha meu melhor casal de amigos; Vô, mais uma vez presente como colega de trabalho; Joellen pelo carinho sempre; Iarão com sua empolgação inevitável; Jão, meu boy sempre com carta ou dados na manga; Tales por saber como evitar um cliente 3º setor mala; Thiago pela companhia emo; Olguits sempre atuante na hora do pedido da pizza ou na escolha do Happy Hour.  A Porque Não Produções?, Nara e Anderson pela confiança em meu trabalho, Bebeto por compartilhar as manhas em edição, a Ju pelas risadas em consultoria de moda para formandos e a Dani pelas boas gargalhadas ao som de Vander Lee. A Produtora Alterosa Cinevídeo, mesmo que pela passagem meteórica, aprendi a como ficar perdida numa televisão, mas aprendi também a reconhecer colegas de trabalho. E finalmente a agência Acolá Comunicação, com a surpreendente descobertas, mesmo já no último período do curso, agradeço ao Igor, pelos ensinamentos práticos da publicidade na marra.

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou.

E agora?

Agora, é preciso ter coragem para acreditar que tudo vai dar certo.

O futuro bate a minha porta.

Peraí que vou atender.

=]

prêmio governo de mg de literatura

premio literatura mg

O Governo de Minas Gerais promoveu a 2ª edição do Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura, na manhã de hoje, no auditório da Academia Mineira de Letras, localizada na Rua da Bahia.

O Prêmio contou com a presença ilustre do escritor gaúcho Luís Fernando Veríssimo.

fotos: Marina Amaral e Glaucia Schenk – Faz Comunicação

oi futuro – palavra&imagem [junho]

oi junho

show skank

eu vou!

skank

show do novo cd estandarte

21 junho – chevrolet hall – 19h

exposição livro-objeto

Convite da exposição dos livros-objetos produzidos no 1º módulo da pós-graduação: Processos Criativos em Palavra e Imagem – IEC PUC Minas.

expo livro objeto

cineop 2009

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escolhendo o melhor dia.

cineop

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leitura do feriado: carta a d. – história de um amor

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carta a d.

chorar?

que isso. chorei quase nada.

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pixar: short films – collection

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pixar_short_films_dvd

amo! ♥

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vicky cristina barcelona

vicky-cristina-barcelona-07

visões opostas da vida e do amor. somente o sentimento as une.

budapeste

“descobri que budapeste era laranja”

budapeste filme

melhor filme que se utiliza da figura de linguagem: metalinguagem.

vontade de ler o livro.

budapeste-livro1

mini-conto

Tarde na estante


A velha carcomida com hálito de mofo questionou à bibliotecária:

“Homem foi feito para silêncio?”

A velha se referia aquela culpa.

Culpa da indiferença de sua tristeza que permitia alegrar sua vida.

O silêncio foi quebrado pelo suspiro que a calou.

Marina Amaral

O sotaque das mineiras

Recebi esse texto por e-mail de uma amiga, Débora Zico, e não pude me conter. Adoro me reconhecer na fala de Drummond.

O sotaque das mineiras

O sotaque das mineiras deveria ser ilegal, imoral ou engordar. Porque, se tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais, como é que o falar, sensual e lindo ficou de fora? Porque, Deus, que sotaque!

Mineira devia nascer com tarja preta avisando: ouvi-la faz mal à saúde. Se uma mineira, falando mansinho, me pedir para assinar um contrato doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar: só isso? Assino achando que ela me faz um favor.

Eu sou suspeitíssimo. Confesso: esse sotaque me desarma. Certa vez quase propus casamento a uma menina que me ligou por engano, só pelo sotaque.

Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas. Preferem, sabe-se lá por que, abandoná-las no meio do caminho (não dizem:pode parar, dizem: “pó
para”).

Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, supõem, precipitada e levianamente, que os mineiros vivem – lingüisticamente falando – apenas de uais, trens e sôs. Digo-lhes que não. Mineiro não fala que o sujeito é competente em tal ou qual atividade. Fala que ele é bão de serviço. Pouco importa que seja um juiz de direito, um jogador de futebol ou um ator de filme pornô. Se der no couro – metaforicamente falando, claro – ele é bão de serviço. Faz sentido…

Mineiras não usam o famosíssimo tudo bem. Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra: “cê tá boa?” Para mim, isso é pleonasmo. Perguntar para uma mineira se ela tá boa é desnecessário…..
Os mineiros também não gostam do verbo conseguir. Aqui ninguém consegue nada. Você não dá conta. Sôcê (se você) acha que não vai chegar a tempo, você liga e diz: Aqui, não vou dar conta de chegar na hora, não,sô. Esse “aqui” é outro que só tem aqui. É antecedente obrigatório, sob pena de punição pública, de qualquer frase. É mais usada, no entanto, quando você quer falar e não estão lhe dando muita atenção: é uma forma de dizer, “olá, me escutem, por favor”.
É a última instância antes de jogar um pão de queijo na cabeça do interlocutor…..
Que os mineiros não acabam as palavras, todo mundo sabe. É um tal de “bonitim”, “fechadim”, e por aí vai. Já me acostumei a ouvir: “E aí, vão?”. Traduzo: “E aí, vamos?”. Não caia na besteira de esperar um “vamos” completo de uma mineira. Não ouvirá nunca.

Eu preciso avisar à língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, a mineira. Nada pessoal. Aqui certas regras não entram. São barradas pelas montanhas.
No supermercado, não faz muitas compras, ele compra “um tanto de coisa”. O supermercado não estará lotado, ele terá “um tanto de gente”. Se a fila do caixa não anda, é porque está “agarrando” [aliás, "garrando"] lá na frente. Entendeu? Agarrar é agarrar, ora!
Para uma mineira falar do meu desempenho sexual, ou dizer que algo é muitíssimo bom vai dizer: “Ô, é sem noção”. Entendeu, leitora? É sem noção! Você não tem, leitora, idéia do “tanto de bom” que é. Só não esqueça, por favor, o “Ô” no começo, porque sem ele não dá para dar noção do tanto que algo é sem noção, entendeu?
Ouvi de uma menina culta um “pelas metade”, no lugar de “pela metade”. E se você acusar injustamente uma mineira, ela, chorosa, confidenciará: Ele pôs a culpa “ni mim”.

A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios em Minas… Ontem , uma senhora docemente me consolou: “prôcupa não, bobo!”. E meus ouvidos, já costumados às ingênuas conjugações mineiras, nem se espantam. Talvez se espantassem se ouvissem um: “não se preocupe”, ou algo assim.

A fórmula mineira é sintética. E diz tudo. Até o “tchau” em Minas é personalizado. Ninguém diz tchau pura e simplesmente. Aqui se diz: “tchau procê”, “tchau procês”. É útil deixar claro o destinatário do tchau.”

Carlos Drummond de Andrade

imagem & pensamento: videocidades

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sábado, dia 16 de maio, teve exibição de curtas no projeto  imagem & pensamento, no cine humberto mauro – palácio das artes -  com curadoria do prof. eduardo de jesus.

Comida di Buteco 2009

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comida

aew! já começou! 10ª edição do Comida di Buteco!

Não percam, uma ótima oportunidade de conhecer Beagá através dos bares e dos sabores!

Depois relato as comidinhas. Hummm!!
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OiFuturo: PalavraImagem [MAIO]

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Show gravação de DVD: Fernanda Takai

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impresso

Preciso ir!! =)

post atualizado: EU VOU!

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post atualizado: eu fui!

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brigada Takai!

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Dica de passeio: Museu de Artes e Ofícios

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O Museu de Artes e Ofícios, localizado na Praça da Estação Central do Metrô de Belo Horizonte, é uma ótima opção para quem quer descobrir os segredos que envolvem os mais tradicionais ofícios que construíram juntos a história do povo mineiro.

O Museu tem uma estrutura particular, oferecendo ao visitante a descoberta da estrutura desse antigo prédio recuperado para as exposições. Todo detalhe percebido é um encantamento ao olhar. O mosaico formado pelo ladrilho do chão, as pinturas no teto, a passagem abaixo da linha do trem.

É uma nova descoberta na cidade. Parar.

Prestar atenção: nos sons,

nas imagens,

nas pessoas,

nas possibilidades,

nas descobertas,

nas surpresas,

no óbvio.

Dicas da programação para o mês de maio
19/5/2009 Ofício da Música com o grupo Projeto Brasil

26/5/2009 Ofício da Palavra com o escritor Miguel Sanches Neto

HORÁRIO

Terça, quinta e sexta-feira, de 12h às 19h
Quarta-feira, de 12h às 21hs-17 às 21hs ENTRADA GRATUITA
Sábado, Domingo e Feriado, de 11 às 17h -Sábado – ENTRADA GRATUITA
De terça a sexta, de 9h às 12h – horário reservado exclusivamente para grupos escolares mediante agendamento prévio.

Preços dos Ingressos

Inteira: R$ 4,00
Meia: R$ 2,00*
Sábado : entrada gratuita para todos
Entrada gratuita para crianças até 5 anos de idade.
Ingressos: até 30 minutos antes do horário de encerramento do Museu.


LOCALIZAÇÃO

Endereço: Praça Rui Barbosa, s/n (Praça da Estação), Centro
CEP: 30160-000
Belo Horizonte – Minas Gerais – Brasil
Telefone: 55 31 3248 8600
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Uma rosa por um livro

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rosalivro

Dia 23 de abril, eu ia a Praça da Liberdade, doar meu livro pra “Festa São Jorge de Rosas e Livros”, mas me ocorreu um pequeno incidente (quebrei minha unha do dedão da mão esquerda ao meio) e não pude comparecer.

Mas vou deixar aqui o trecho de curiosidade sobre esse dia.

O dia 23 de abril tem o livro cravado em sua história. Mais de cem países comemoram o “Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor”, data lançada pela UNESCO, em 1996. Curiosamente, é o dia de nascimento e morte de Shakespeare (1564-1616). Na Espanha, em 1616, morre Miguel de Cervantes, autor de “Dom Quixote de La Mancha”. Por esse motivo, na Catalunha (Espanha), as pessoas trocam livros por rosas. Uma rosa por São Jorge, padroeiro, e um livro por Cervantes, tradição que inspirou essa festa em Belo Horizonte.

Cultive esse hábito e boa leitura!

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Oi Futuro: PalavraImagem [ABRIL]

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Dica de evento: Conexão Vivo

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Bom, o que falar de um evento que (tentou) utilizar da interatividade entre as mídias e que na prática, acabou não dando muito certo. Digo isso, pela dinâmica de conseguir os ingressos-cortesia através de uma mensagem SMS pelo celular, enviada por outro celular da operadora Vivo. Aí ficou fácil, né? Entre outras coisinhas “chatas” (tipo, uso de todos os tipos de ervas), acho que isso foi o que mais a organização do evento pecou…

Mas a fila para troca dessas cortesias estava tão imensa e desorganizada que no primeiro dia (20/04) que fui ao Parque Municipal, acabei pagando a meia-entrada por 5$.  Esse dia foi bom pra poder me ambientar a essa experiência. Já viu né? Shows praticamente de graça e no Parque Municipal, área Central da cidade, dá de tudo no público. Gostei de poder rever alguns conhecidos, inclusive entre eles meu segurança André. Sim, o mesmo do FAD. E eu que pensava que nunca mais iria reconhecê-lo. Gentil como sempre. rs

Bom, não pude falar muitos dos shows da segunda-feira, porque eu estava a fim mesmo é de ir assistir aos shows de terça-feira, em particular o do Chico Amaral. Nossa, valeu a pena ficar quase 4h esperando pelo show (entre tempo de espera na fila e o tempo dos shows anteriores). O show que antecedeu este do Chico, foi da banda Falcatrua, com regravação dos sucessos de Tim Maia. Deu pra soltar a voz.

E gente, foi tão bonito, ver como a música instrumental tem espaço para apresentação para o grande público (mesmo que este seja considerado “alternativo”). Chico chamou pro palco a bela voz de Marina Machado, que cantou com maestria “Panamericana”.  Mais tarde, Chico convidou a contagiante presença de palco de Samuel Rosa (vocalista do Skank), que compartilhou algumas composições com o público enaltecido.

samuel

Mas a grande surpresa da fria noite no Parque Municipal ainda estava por vir. No pedido de “mais um”, as palavras de Chico já anunciavam: “Hoje a noite tudo pode acontecer”.  E não é que me sobre no palco novamente Samuel e Marina, agora acompanhados da ilustríssima presença de Milton Nascimento. Sim!! Nem preciso dizer o quanto foi belo o desfecho dessa noite, né?

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Enfim.

Surpresas.

Doces surpresas.

Belas.

fotos: site Conexão Vivo
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Dica de programa: Espaço PUC – PUC TV

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Hoje vou dar uma dica pra quem procura na tv uma programação diferente.

Um programa bacana voltado para os acontecimentos acadêmicos e da sociedade. É o Espaço PUC!

Às sextas-feiras você tem uma nova opção cultural na PUC TV. É o Espaço Cult, um programa de meia hora que traz músicos, videomakers, artistas e o que tiver de mais bacana no cenário artístico da universidade.

http://www.youtube.com/watch?v=nl13bdf1kfk

Se você é vinculado à PUC e tem alguma banda ou trabalho que queira mostrar para o público, entre em contato com a produção do programa, para divulgar o seu talento!

O email é espacopuc@pucminas.br e o telefone 3319-4634.

Não fique fora dessa!

(trechos  do texto do próprio site da PUC TV)

ps: vale lembrar que a apresentadora é minha prima, Ana Carolina, estudante de jornalismo na PUC. Eros mio!

espaco-puc

ESPAÇO PUC

PUC TV (CANAL 12 NET / 14 OI TV)

Segunda à Sexta: 17h30 (ao vivo)
Reprises: Segunda à Sexta: 20h30

Apresentação: Ana Carolina Amaral

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OI Futuro – PalavraImagem [MARÇO]

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V Encontro Nacional das Lideranças Regionais da Propaganda Brasileira

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sinapro___________________________________________________________________________

Dica de Festival: FAD – Festival de Arte Digital

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O Festival de Arte Digital, FAD para os íntimos (rs!), reuniu 40 obras de 14 países nas estações do Metrô de Belo Horizonte entre os dias 12 e 15 de março de 2009. E eu fui uma das monitoras selecionadas para guiar os visitantes nessa viagem digital.

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A experiência de ser monitora no Festival foi única. No primeiro dia do Festival, fiquei na plataforma da Estação Central, na qual estavam expostas 6 instalações super bacanas. A movimentação tomou conta da plataforma.

Pessoas atônitas,  a espera do próximo trem, se deixavam levar pela curiosidade do que se escondia dentro daquelas 6 caixas pretas montadas, 3 de cada lado da plataforma.

(Nós monitores e os seguranças até bolamos um plano de criar uma ponte entre cada lado da plataforma, afim de evitar a fadiga de descer e subir as escadas, a cada hora que se fazia necessário pular para o outro lado. rs)

O intercâmbio de experiências, promoveu o deslocamento espacial, pelo qual o visitante era levado a contemplar (e mais do que isso, interagir) com todas as obras. A Estação Central era o ponto de partida ou de encontro de vários visitantes, que dali partiam para a próxima estação.

Surpreendentemente, pude aprender e observar com toda aquela movimentação de pessoas que iam e viam, questionavam, interagiam, riam, duvidavam do que estavam sendo proposto ali. Tamanha era a diversidade do público presente, que na Estação Eldorado, na qual fui monitora, tive que ir além das funções incumbidas a minha pessoa. Tive que proporcionar o primeiro contato de muitos visitantes aos equipamentos digitais (nossos velhos e bons PC’s) pelos quais estavam dispostas as obras de todos os artistas.

Sim, me surpreendi pela possibilidade, até então remota, de conhecer alguns analfabetos digitais. Mas não venho apontar o lado negativo dessa realidade. Venho dizer o quanto aprendi com a falta. A falta que nos faz levar a dúvida. Dúvida que nos promove questionamentos. Questionamentos os quais me colocaram em saia justa.

Um garotinho com seus inocentes 11 anos me pergunta: “Moça, o que é digital?

Pausa. Breve momento de reflexão interna. Como ser simples e objetiva na minha resposta, sem deixar o garotinho sem entender nada, ou achando tudo aquilo um bicho de sete cabeças?

E a pergunta me seguia. Pausa.

A cada parada do metrô, seus expressos e pontuais 15 minutos, que faziam surgir uma multidão aflita correndo contra os ponteiros do relógio que delatavam a alguns transeuntes seu atraso, e que assim não permitiam uma breve olhadela curiosa no stand montado logo ao lado da escada rolante que dava acesso a plataforma da Estação Eldorado.

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Enfim… o Festival me fez abrir os horizontes até no convívio com pessoas diferentes, que não estou acostumada a lidar no dia-a-dia corrido. Me fez perceber que um simples bom-dia tem grande significado, pra quem trabalha parado num posto fixo (eu e o André, meu segurança, que o diga! rs)

O Festival me possibilitou ampliar meu conhecimento sobre a organização, divulgação e dinâmica das obras expostas. O evento teve uma grande estrutura com as obras interativas nas estações do metrô Central, Eldorado e Minas Shopping. A utilização da arte aliada a tecnologia ampliou as conexões existentes. Como era o caso da obra Your life our movie, na qual o próprio artista Fernando Velasquez estava presente e tentou explicar a interação de sua obra. O espanhol aplicou a dinâmica da sua obra na interação entre palavras digitadas pelo visitante e as tags mais acessadas do banco de imagens do site flickr, culminando a criação de um filme em tempo real. Outra possibilidade de interação encontrada nessa instalação era o envio de e-mails (via PC ou smartphone) com a tag desejada no campo de assunto. Assim, a projeção no telão era provinda dessa interação via e-mail e a projeção da tela do PC era instantânea a partir da intervenção do visitante.

Poderia ficar horas relatando minhas experiências multi-sensoriais com cada obra desse Festival, mas vou deixar um pouco na curiosidade de quem não pode ir visitá-lo esse ano e faço desde já o convite para o próximo Festival em 2010.

Mas não tem como deixar de lado a exibição de filmes com shows e perfomances de artistas, que rolou durante o sábado a noite, e que na minha humilde opinião foi o auge do Festival.  =)

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O mais bacana de tudo era acompanhar a apresentação ao vivo dos artistas, que montavam suas imagens ritmadas na música eletrônica, sentada no chão da Plataforma Central do Metrô, ao lado de tribos diversas: crianças, trabalhadores, jovens cults e idosos; tudo isso  em harmonia com a performance exibida num telão posicionado atrás da linha de ferro, o qual nos proporcionou momentos incríveis, como quando o vagão em movimento se fez tela em suas janelinhas, mostrando os fragmentos de frames visuais pixelados na composição férrea.

Sim, quem não foi perdeu. rs

Enfim, agradeço aqui ao Alexandre Milagres pela minha convocação para fazer parte dessa equipe, ao Pedro Gomide e aos outros organizadores pela incrível iniciativa, e também aos monitores, com os quais pude compartilhar descobertas e experiências, e claro não poderia esquecer de agradecer aos meus seguranças, que me fizeram companhia entre os horários ociosos das estações Central e Eldorado,  principalmente ao André.

Até o próximo pessoal!

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fotos: site FAD


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DICA DE DIRETOR: STANLEY KUBRICK

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Stanley Kubrick nasceu no dia 26 de julho de 1928 em Nova York e faleceu em sua casa em 7 de março de 1999. Com base no documentário “Stanley Kubrick – Imagens de uma Vida” Kubrick era “(…) uma pessoa que ficava em silêncio quando era aplaudido ou amaldiçoado”.

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O diretor fez filmes perfeitos, pela grandiosidade da sua obra, os quais são capazes de retratar o infinito, o universo dos mistérios humanos. Foi um manipulador incansável de todas as técnicas e de todos os gêneros cinematográficos; minucioso “pintor” do mundo real, que provocava o telespectador ao novo olhar. Visionário, Kubrick é essencialmente um criador de mundos. O seu cinema se perde por espelhos e labirintos.
Kubrick não segue hábitos em moda de sua época, seus filmes são geralmente vistos como objetos deslocados em relação à cinematografia normal.

Trecho extraído do trabalho em grupo feito pelos alunos Marina Amaral, Evelyn Araújo, Bruno César, Cristiano Lopes; para disciplina Cinema e vídeo, ministrada pelo Profº Eduardo de Jesus, no curso de Publicidade e Propaganda da PUC Minas.


FILMES QUE VI:

De Olhos Bem Fechados (1999)

O Ilumindado (1980)

A Laranja Mecânica (1971)

2001: uma odisséia no espaço (1968)

Lolita (1962)

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DICA DE LIVRO: 1984

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Romance escrito por Eric Arthur Blair sob o pseudônimo de George Orwell e publicado em 8 de Junho de 1949 que retrata o cotidiano numa sociedade totalitária. O título vem da inversão dos dois últimos dígitos do ano em que o livro foi escrito, 1948.

O livro nos faz ir além do enredo, no qual é retratado uma sociedade onde o Estado é onipresente, com a capacidade de alterar a história e o idioma, de oprimir e torturar o povo e de travar uma guerra sem fim, com o objetivo de manter a sua estrutura inabalada.

Nos faz refletir sobre a extensão dos poderes das mídias, aqui colocadas como “Big Brother”, que está sempre observando nossas ações e escolhas.

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Curiosidade: o livro foi adaptado para o cinema no próprio ano de 1984, dando origem a um longa-metragem que tem no elenco o ator John Hurt como Winston, Richard Burton como O’Brien (em seu último papel no cinema).
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DICA DE FILME: A ROSA PÚRPURA DO CAIRO

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Segue mais uma dica pra quem curte cinema. Se você ainda não assistiu “A Rosa Púrpura do Cairo“, não é um viciado em filmes hollywoodianos assim como nossa protagonista Cecília, uma solitária garçonete, que tem como distração e grande mania assistir as películas, que a fazem fugir da realidade. Até que assistindo sessões seguidas de seu filme predileto, tem uma grande surpresa quando vê seu herói Tom Baxter sair da tela e lhe oferecer uma nova vida.

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FICHA TÉCNICA


Título Original: The Purple Rose of Cairo
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 81 minutos
Ano de Lançamento (EUA):
1985
Distribuição: Orion Pictures Corporation
Direção: Woody Allen

Elenco principal: Mia Farrow (Cecilia)
Jeff Daniels (Tom Baxter / Gil Sheperd)

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DICA DE PASSEIO: JARDIM JAPONÊS – ZOO BH

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Em homenagem ao Centenário da Imigração Japonesa para o Brasil, comemorado ano passado, a Fundação Zoo-Botânica na Pampulha, inaugurou esse espaço que mistura elementos da cultura oriental com a fauna e a flora.

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É uma boa dica para quem procura um espaço para contemplação e meditação na cidade de Belo Horizonte.

Vale a pena conferir. =)

Jardim Japonês
Funcionamento: terça a domingo, das 8h30 às 16h.
Ingresso: terça-feira, grátis; quarta à sábado, R$ 1 por pessoa; domingos e feriados, R$ 2 por pessoa.
Na Fundação Zoo-Botânica de BH – Avenida Otacílio
Negrão de Lima, 8.000, Pampulha
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DICA DE EVENTO: COMPÓS 2009 – PUC MINAS

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O XVIII Encontro Anual da COMPÓS acontecerá no período de 2 a 5 de junho de 2009 em Belo Horizonte, Minas Gerais, no Programa de Pós-Graduação em Comunicação, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Só falta escolher meu GT…

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DICA DE SÉRIE: MAD MEN

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MAD MEN: “um termo criado no final dos anos 50 para descrever os executivos de Propaganda da Avenida Madison.”

É assim que começa a descrição do termo que dá nome a série. Produzida em HD pela AMC, a série que já está na 2ª temporada, aqui no Brasil é exibida todo sábado às 20h pela HBO.

A série acompanha a trajetória do diretor de criação Don Draper na fictícia agência de publicidade  Sterling Cooper, em NY nos anos 1960.

O foco da trama está na vida do publicitário Donald Draper e nas pessoas fazem parte de sua vida dentro e fora do escritório, além de mostrar as mudanças de comportamento da “América dos anos 60″ e o boom da publicidade.

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