Certa madrugada, enquanto escrevia meu projeto cultural da pós-graduação, me peguei a organizar arquivos do meu tempo de faculdade aqui no pc.
Eis que surge meu primeiro rascunho de agradecimentos para meu convite de formatura… é nem parece que já faz 1 ano. O tempo voa. O tempo não pára.
Aprendendo a agradecer.
Todo fim pode ser um começo.
O que chamamos de começo é sempre fim.
E fazer um fim é fazer um começo. O fim é de onde nos começamos.
Agora começo a repensar como minha vida mudou até eu chegar aqui.
Me sinto agradecida por pessoas tão especiais terem passado em minha vida e terem feito alguns momentos se tornarem mágicos e eternamente presentes em minha lembrança.
Família. Berço de onde tudo começou. Carinho especial retribuído sem cobranças ou exigências. Meu laço mais forte com o meu passado.
É impossível começar, sem dizer muito obrigado a duas pessoinhas essenciais na minha vida: mami e papi. Anjos que me abençoaram com seu amor, nunca esquecerei tudo que vocês fizeram por mim.
Nana, irmã mais velha que me atura, companheira de descobertas e brigas. Minha herança de memórias.
Clã Amaral, com titias queridas que alegram meus finais de semana Vovó Geralda, obrigada pela luz. Seu calor se faz presente quando mais preciso do afago de uma mão querida, te amo.
Vô Honorato e vó Eunice obrigada pelo exemplo da família Alves Ferreira, que só tenho orgulho.
Agora o que falar da melhor parte da família? Oh primaiada danada de companheira de aventuras! Obrigada pela alegria compartilhada a cada gargalhada juntos. Em especial tenho que agradecer pela presença sempre atenciosa nesses últimos 4 anos da Caru, meu Eros querido e da Lelinha, minha florzinha aprendiz.
Ah queridas amigas do Freiola! Com vocês, minhas piriguetes felizes, aprendi o significado da palavra amizade. Obrigada por estarem sempre ao meu lado. Sempre nas bagunças nos corredores do Freiola, no laboratório de Ciências, nas aulas de Educação Física matadas pra jogar dama ou aquela conversa fora. Obrigada pelas crises de riso incontroláveis que me fizeram entender que Física nem é tão importante assim, ainda mais quando se tem tesouros de amigas como vocês para compartilhar as melhores descobertas. Obrigada pelos micos, pelas reuniões de trabalhos, pelas descobertas de Biologia e também na vida. Passei por gerações de amigas, sem as quais seria difícil levar tudo isso pra frente. Gaby, Tholes, Fafa, Pri, Lud, Lu, Maria Carol, Olguinha, Má Ruiva, Má Xará. Mais uma vez obrigada pela amizade sem limites, que não sabe o que é distância, o que é o tempo, o que é o esquecimento. Também, quem mandou serem tão queridas? Agora que me agüentem. rs
Não poderia esquecer, claro, das melhores pedrinhas preciosas de amigas, Mary Lianda e Gil Fernandes. ps: I always remember you.
Era uma vez um caderninho… E entre os tijolinhos do prédio 13, nossa história estará sempre guardada. Não sei como seria fazer publicidade sem ter a estonteante presença da Ju Boboca (que depois de dançar muito em Las Vegas, se bandeou e começou a fazer Direito.). O que falar do meu chefe mais bacana de todos os tempos, Dilsão sempre pronto pra filosofar a cerca do real propósito de se estudar Comunicação. E os sábios conselhos trocados com meu querido Vô ao longo desses 4 anos? Agora, e aquele desperdício de Bidú dormindo nas aulas de Cibercultura e a gente respondendo chamada pra ele e mesmo assim o Edu o chamava pelo nome, nunca pelo apelido Cristiano. E a troca de xerox que rolava no último semestre, hein Glaucinha? Ah e o que era assistir aula do Boschi sem rachar de rir com a Elaisa passando protetor solar spray, mesmo em dias chuvosos. E as interferências do Junin no finalzim da aula, o relógio já apontando 12h06 e todo mundo louco pra ir embora da aula de TPOM? E o que falar das empolgadas aulas de capoeira com o Mestre Abacate, hein Deza? Mas inegavelmente, uma pessoinha foi mais do que amiga durante esses 4 anos, acabou entrando pra família. Prima, você se mostrou uma leal amiga, que sem dúvida sinto orgulho em dizer que mais do minha eterna dupla de criação, mais do que as calouras autistas, mais do que colecionadoras empolgadas, mais do que amiga de balada, mais do que amiga de trabalhos picaretas; você juntamente com a fluminense com sotaque mais mineiro que eu amo, que levo comigo pra todo lado, meu Chaveirinho, poderiam se tornar minha melhor lembrança da PP 05/08, Lamalyn. Quem poderia acreditar que nós, tão diferentes uma das outras, estaríamos hoje celebrando juntas nossa formatura. É gente agradecendo gente. Isso dá pra fazer, né Mentes?!
E o que falar dos amigos de amigos que roubei para serem meus amigos? TT você é mais do que amiga da minha prima, já é da família. Conte sempre comigo pra mergulhar numa piscina gelada numa madrugada de -25ºC. Lili, pena não ter feito o ensino médio contigo, porque teríamos carteirinha de sócias nas boates de Beagá.
Aprender na prática é sempre mais divertido. Por isso agradeço a todos os queridos colegas de estágio. Aos eternos chefinhos do Labvídeo, Tati, mami querida, pessoa iluminada e melhor cantora de MPB, Dilsão, melhor chefe e colega de sala, Tonin, cara de bravo mais coração bom, Marcelinho, dedicação para compartilhar o conhecimento, Fernando Fofo, melhor companheiro de edição e de festas-bregas-lamas. A família NEP, obrigada Vanessa por acreditar no meu potencial, aos clientes exigentes, e claro a toda equipe, que de colegas de trabalho passaram a ser queridos amigos. O mundo é emo, mas o mundo é dos NEP’s. Leo, meu menino emo; Fred e Belinha meu melhor casal de amigos; Vô, mais uma vez presente como colega de trabalho; Joellen pelo carinho sempre; Iarão com sua empolgação inevitável; Jão, meu boy sempre com carta ou dados na manga; Tales por saber como evitar um cliente 3º setor mala; Thiago pela companhia emo; Olguits sempre atuante na hora do pedido da pizza ou na escolha do Happy Hour. A Porque Não Produções?, Nara e Anderson pela confiança em meu trabalho, Bebeto por compartilhar as manhas em edição, a Ju pelas risadas em consultoria de moda para formandos e a Dani pelas boas gargalhadas ao som de Vander Lee. A Produtora Alterosa Cinevídeo, mesmo que pela passagem meteórica, aprendi a como ficar perdida numa televisão, mas aprendi também a reconhecer colegas de trabalho. E finalmente a agência Acolá Comunicação, com a surpreendente descobertas, mesmo já no último período do curso, agradeço ao Igor, pelos ensinamentos práticos da publicidade na marra.
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou.
E agora?
Agora, é preciso ter coragem para acreditar que tudo vai dar certo.
O futuro bate a minha porta.
Peraí que vou atender.
=]























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